Tá tudo bem. Eu sou do ar. Meus sentimentos vão sendo organizados pelo vento. E eu ainda me sinto apaixonada. Docemente apaixonada. Doce amargo, desses que deliciam sem pressa.
Eu tô calma. Porque sinto que o tempo é de calmaria. Admiro as pessoas que não sabem…
Também admiro o simples. E o real. Os de carne e ossos, os que sangram. Os que são, sim, estúpidos, grossos, radicais… O real me atrai.
A lua tá voltando e eu nunca sei o que esperar de julho. Escolho me envolver. Escolho o olhar contínuo.
Eu gosto tanto de você… Pela leveza, pela amizade e por ser simples.
Também muito de uma frase assim: ‘Não há nada a ser esperado. Nem desesperado.”
Porque a guerra também pode ser doce, também pode salvar.
Que seja doce, então… Amo você.
julho 15, 2010
eclipse lunar, mês 07 e uma carta
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