ou… Quê?
Ah, vai. Quero dizer que vou tentar espremer meu cérebro que dá azedado do sangue bombado pelo meu amigo heart (L) e escrever algo emocionante. Rá rá rá. É mais ou menos isso mesmo.
É que escrever tem sido como meu humor, inconstante e bombástico. Já pensei até em diagnósticos de bipolaridade ou, sei lá, esquizofrenia paranóide. Tem gente que gosta de ser crazy, né? Falo crazy porque não tem gênero. E porque essa palavra me persegue. Não só a mim, acredito. Aliás, crazy tem muitos sentidos pra mim. O menos importante é o heterônimo de alguém que já não amo (finalmente!). E tem até aquele filme que eu já assisti só do Freak falar.
Onde eu estava?
Sim, espremer.
Sabe que ontem meu pai virou pra mim e disse, sem rodeios, você também é muito inteligente, mas é tola. Tola martelou na minha cabeça horrores desde ontem… toc toc toc TOLA. Tola-pêndulo, tola-machado, tola-unha-raspando-no-quadro, tola-pincél-miando. Tola. T de tola. T de tortura.
Tá, é certo que sou tola mesmo e que ontem eu até saí sem querer. Vivo saindo sem querer porque estou sem espaço para me sentir minha. E porque tenho me recusado a isso, provavelmente. De qualquer forma, a vida é cíclica e eu tenho várias vidas (miau! haha). Não é o fim.
Ouço pessoas idiotas, respondo comentários infelizes, enfim. Dou muita atenção ao invisível. São tantas coisas…
Mas. Para sempre é ilusão. Tudo é maya, disse Caio. Inclusive essa palavra insossa, tola, também é maya.
E então notando minha tolice e identificando, decidi que realmente é válido ignorar algumas pessoas. Ou melhor, não dar um tostão por elas. Sabe como é? Não é por mal, é pra não ser babaca. Agora eu entendo o que o iddy disse sobre bonzinho evoluir pra babaca.
Bom, agora tenho aulas. Tchau, querida Mim.