“O céu desmoronou-se em tempestades de estrupício…”

Fevereiro 23, 2009

personare pede silêncio.

Arquivado em: Sem-categoria — akila @ 9:45 pm

É incrível como o Personare dá uns chutes precisos! Ele chegou no meu email e disse cala a boca, Joana. Cala a boca mesmo. É bom ouvir. E quando não se sabe muito bem o que dizer, é melhor ficar caladinha mesmo, observar, aprender.

Tal dia eu tinha lido um texto falando sobre o silêncio. O blá é para os fracos.

I got the power.

Fevereiro 18, 2009

sabe uma pérola?

Arquivado em: Sem-categoria — akila @ 2:50 am

Passei noites acordadas com Camille, depois chorei com Elliott. Alguma coisa neles e em vários outros me faz achar que eu preciso desse tipo de companhia na minha solitude.

Sabe que já não confio em ninguém?

Ok. Confio no meu pai e na minha irmã. Ponto. E em alguns familiares. Alguns.  Mas eles não estão tão próximos.

Parece que no fim das contas é assim mesmo. Você só tem essas pessoas e chega uma hora da sua vida que você fica tão inconstante e confusa que talvez seja até difícil pros seus amigos estarem com paciência pra fazer a coisa da amizade.

Não estou reclamando dos meus amigos, por favor.

Estou reclamando. Não, ão estou reclamando. At all.

Mas a coisa da solitude me parece extremamente necessária. Inclusive hoje, folheando a TRIP, eu vi alguma matéria falando sobre isso. Vi, mas ainda não li. Essa semana pego a revista emprestada e encontro ou não mais algum que concorde comigo.

Não que seja uma coisa assim, regra. Mas para alguns e em alguns momentos da vida, seja a única saída rápida e garantida. Ou entrada?

entre biscoitos e ninfos…

Arquivado em: Sem-categoria — akila @ 2:11 am

Refletindo sobre uma conversa que tive há uns dias com  a mãe de um candidato à paquera versus uma conversa com uma amiga sobre a falta de opções sofrida pela nossa geração de gatas interessantes, cheguei a uma conclusão. Uma não, algumas.

A primeira delas já é bem clichê: a gente pode estar procurando nos lugares errados.

Já a outra conclusão, pessoal, me levou a pensar que essa nova geração é interessante. Esses de 19, 18 anos. Eles não são tão machistas. Eu ia dizer que eles são mais bonitos e estão mais atualizados, assim, conhecem bem essa nova vibração da rede, etc. Mas talvez isso seja uma opinião precipitada.

Tá. Larguei toda a teoria.

Quero falar de outra coisa.

Fevereiro 13, 2009

espremendo o limão em sal

Arquivado em: Sem-categoria — akila @ 8:37 pm

ou… Quê?

Ah, vai. Quero dizer que vou tentar espremer meu cérebro que dá azedado do sangue bombado pelo meu amigo heart (L) e escrever algo emocionante. Rá rá rá. É mais ou menos isso mesmo.

É que escrever tem sido como meu humor, inconstante e bombástico. Já pensei até em diagnósticos de bipolaridade ou, sei lá, esquizofrenia paranóide. Tem gente que gosta de ser crazy, né? Falo crazy porque não tem gênero. E porque essa palavra me persegue. Não só a mim, acredito. Aliás, crazy tem muitos sentidos pra mim. O menos importante é o heterônimo de alguém que já não amo (finalmente!). E tem até aquele filme que eu já assisti só do Freak  falar.

Onde eu estava?

Sim, espremer.

Sabe que ontem meu pai virou pra mim e disse, sem rodeios, você também é muito inteligente, mas é tola. Tola martelou na minha cabeça horrores desde ontem… toc toc toc TOLA. Tola-pêndulo, tola-machado, tola-unha-raspando-no-quadro, tola-pincél-miando. Tola. T de tola. T de tortura.

Tá, é certo que sou tola mesmo e que ontem eu até saí sem querer. Vivo saindo sem querer porque estou sem espaço para me sentir minha. E porque tenho me recusado a isso, provavelmente. De qualquer forma, a vida é cíclica e eu tenho várias vidas (miau! haha). Não é o fim.

Ouço pessoas idiotas, respondo comentários infelizes, enfim. Dou muita atenção ao invisível. São tantas coisas…

Mas. Para sempre é ilusão. Tudo é maya, disse Caio.  Inclusive essa palavra insossa, tola, também é maya.

E então notando minha tolice e identificando, decidi que realmente é válido ignorar algumas pessoas. Ou melhor, não dar um tostão por elas. Sabe como é? Não é por mal, é pra não ser babaca. Agora eu entendo o que o iddy disse sobre bonzinho evoluir pra babaca.

Bom, agora tenho aulas. Tchau, querida Mim.

Arquivado em: Sem-categoria — akila @ 8:07 pm

Não sei qual palavra é essa que quero. Ela dói e sangra em mim e ainda não vejo.
E tenho feito compras para boicotar a tristeza. Mas o dinheiro tá acabando.

strange what love does

Arquivado em: Sem-categoria — akila @ 6:10 pm

Estoy lhouca. No olho do furacão. Desequilibrada emocionalmente. Sem trégua. Sem limite. Irreparavelmente triste e fungindo. Sempre à procura e intranquila.
Meu, sei não. Faz um tempo que não venho por aqui jogar tudo pra fora e me avaliar.
Eu tô Inland Empire. Tô Lynch. Tô absurdamente nevoada. Uma mancha. Líquida e turva.
Não é o fim do mundo, mas até parece. Tenho feito coisas que me deixam pior. Tenho errado incessantemente.
Sei não. Amanhã passa.

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