Hoje fui tomar vacina, mas parece que ‘alguém’ mandou recolher as vacinas dos postos de saúde e deixar somente no posto mais próximo do aeroporto, exigindo o cartão de embarque de quem solicitar. É. E não tem vacina nem para vender. Eu estava com minha mãe, a Sheeva e a Vickie. Vickie olhou indignada, perguntando:
- Como assim? Não tem vacina para mim?
E eu pensei que parecia uma valorização excessiva de si mesma, mas depois percebi que realmente Vickie estava certa, o que é recorrente. Li o livro que ela vai usar na escola, da 1ª série, é repleto de poesias sobre cidadania, solidariedade, paz e amor e etc.
Parece que me contento com pouco.
Ontem saí com Anna. O Lennon estava lá e estava bêbado e falando várias coisas sem sentido. Anna acha que eu dou trela. Depois ele perguntou por que eu iria embora com a Anna se ele também poderia me deixar na minha casa. Eu disse que tinha saído com ela e me despedi. Se eu tivesse ficado seria a coisa mais chata do mundo. Ouvir o Lennon falando mais e mais besteiras, ficando mais e mais bêbado, dando os tapinhas na patera de outro planeta (fora a presença de todas aquelas figuras que me adoram!). E quando eu penso agora que em outros tempos eu teria ficado, só por um impulso de deixaavidamelevar, fico com peninha nojinho. Acho que eu comia cocô.
Janeiro 14, 2008
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